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O Morro do Leite Sol
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Geograficamente atende pelo nome de Serra da Bocaina embora alguns apelidem de Pedra do Índio devido a sua semelhança com um indígena deitado. Contudo, é mesmo por Pico do Leite Sol que esta simpática elevação rochosa é popularmente conhecida, isto por conta da antiga fábrica de laticínios situada a seus pés. Independente de nome, este serrote integra um conjunto de baixas colinas de composição granítica situado a oeste de Bragança Paulista, 70km de Sampa. Como cartão-postal, símbolo e patrimônio ecológico da cidade, atingir os 1250m de pura rocha do seu ponto culminante é a coisa mais sussa e simples do mundo. Este é o relato do nosso rolê nesta modesta serrinha na “Terra da Linguiça”, que atrai praticantes de várias modalidades outdoor.

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A Pedra Roxa de Guarulhos
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O “Morro da Pedra Roxa” é a forma genérica de como aventureiros de Guarulhos (SP) designam um conjunto de morros interligados que antecede a Serra da Cantareira. Conhecido da galera off-road pelos circuitos realizados na sua base, seu agregado de suaves elevações forradas de capim varrido são também desculpa pra curtos passeios ao ar livre e belos visus, alguns com direito até acampamento. Aproveitando um dia qualquer, me pirulitei curioso em conhecer o lugar. O que vingou num agradável breve rolê urbanóide e de baixo desnível que começou na “Pedra Roxa” e foi além do “Morro do Macaco”, 8kms a leste. Noutras, um bate-volta simples que revela uma simpática serrinha doméstica na zona norte da capital paulistana.

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O Alto do Sabiá
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Além de se localizar na divisa com o município de São Roque, o pacato bairro de Amador Bueno figura também como ponto final da linha 8 da CPTM. Situado a oeste de Itapevi (SP) e envolto por bela paisagem verde, o bucólico lugar ainda passa por desenvolvimento apesar do seu núcleo principal ter nascido as margens da E.F. Sorocabana, inicio do século passado. E tal qual o famoso bandeirante que emprestou o nome ao bairro, resolvi xeretar a simpática morraria localizada na direção noroeste do vale do Córrego do Sabiá. Emendando estrada de chão, trilha e até mesmo os trilhos desativados da antiga ferrovia taí um circuito sussa de meio período que palmilha, em pouco mais de 10kms, os altos e baixos deste rincão rural pertinho de Sampa.

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Jaraguá, cinco anos depois
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Ponto mais alto de Sampa, o Pico do Jaraguá proporciona aos visitantes uma vista panorâmica deslumbrante da Metropóle paulistana. O acesso ao topo normalmente é feito de duas formas: pelo asfalto da “Estrada Turística do Jaraguᔠe, aos mais dispostos, pela tradicional “Trilha do Pai Zé”, numa pernada sussa de 2kms. Existe ainda outra via pros mais bem dispostos, a “Trilha da Divisa”, um caminho alternativo de manutenção que bordeja as encostas que limitam o parque pelo seu contraforte nordeste. Este é o relato de retorno a este belo cartão postal, cinco anos após minha última visita. E claro, um rolê sussa que variou de forma pouco convencional um passeio pra lá de tradicional.

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Duas Conquistas
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A conquista do Pico Paraná é uma emocionante história do montanhismo paranaense. Quando o geógrafo alemão Reinhard Maack subiu no Pico Olimpo, ponto culminante do maciço Marumbi, percebeu que este não poderia medir 1.800m, como então se acreditava, na época em que era considerado o mais alto do Estado.

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O Pedrágio
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Conhecidos “Donos das Montanhas” fundaram há muito tempo a Igreja Local do Mínimo Impacto Ambiental que é formada principalmente (mas não somente) por ateus, veganos, vegetarianos e outros iluminados. Por princípio não tem Deus, mas tem Mestre (uma espécie de Papa descolado), Bispos e Obreiros.

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