Guardas morrem em montanhas

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Na manhã de hoje (12/12), um guarda ambiental de 48 anos faleceu após sofrer um mal súbito. Ele estava percorrendo uma trilha na região do Alto Mourão, próxima a famosa Pedra do Elefante em Niterói – Rio de Janeiro.

Resgate na Pedra do Elefante – RJ.

Segundo sites locais, ele passou mal enquanto fazia uma patrulha por volta das 11 horas da manhã e foi socorrido pelos bombeiros da região. O guarda foi retirado de helicóptero, porém não resistiu e foi a óbito antes de chegar ao hospital.

O que pode provocar um mal súbito?

Um mal súbito é provocado por inúmeros fatores que vão desde uma desidratação, uma hipoglicemia até uma arritmia cardíaca. Entretanto, ele pode ser provocado também por um esforço físico intenso. A trilha do Alto Mourão é considerada de nível moderado a intenso.

Por isso, para prevenir um ataque assim é preciso manter-se sempre ativo fisicamente e consultar um médico antes de fazer uma atividade mais intensa. Outro ponto importante é cuidar da saúde e evitar ou tratar doenças como diabetes, hipertensão e colesterol alto, além de não consumir álcool em excesso e tabaco.

::Veja o artigo completo sobre Porque fazer avaliação médica antes da montanha?

Outro caso em São Paulo

No domingo (08/12) um Guarda Municipal de Itaquaquecetuba também de 43 anos, foi encontrado morto na caichoeira Véu da Noiva em Mogi das Cruzes. Mas ainda não foi divulgada a causa da morte. Ele saiu na manhã de sábado acompanhado por sua mãe e pretendiam fazer a trilha até a cachoeira.

Bombeiros continuam as buscas por idosa desaparecida.

A senhora de 62 anos, ainda encontra-se desaparecida. O 17º Grupamento de Bombeiros continua as buscas por ela em um trabalho conjunto com diversos órgãos de apoio, como a Polícia Ambiental, o Canil da Polícia Militar, a Garra de Mogi das Cruzes e o Grupamento Aéreo.

 

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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