Parte alta do Parque do Itatiaia volta a receber turistas

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A visitação a parte alta do Parque Nacional do Itatiaia, localizado na divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais voltaram a acontecer no último sábado, 22/8. Todavia, somente as atrações localizadas no estado do Rio de Janeiro poderão ser visitadas. Também há limite de 250 pessoas por dia no parque.

Pedra do Altar, a 10ª montanha mais alta do Brasil – Foto: Expedição Andando Por Ai

O Parque já havia retomado as atividades na parte baixa, no início do mês seguindo alguns protocolos de segurança. Do mesmo modo, agora,  o Circuito Cinco Lagos Azul, a Pedra do Altar, a Pedra da Tartaruga/Maça com limite máximo de 120 pessoas, a região da base das Agulhas Negras, a Cachoeira das Flores e o Mirante da Antena com limite de 60 pessoas por vez, foram liberados para visitação. Entretanto, o montanhistas deverão aguardar mais um pouco para visitar as atrações que se encontram no estado de Minas Gerais, pois elas permanecem fechadas, devido a um decreto estadual.

O parque irá funcionar de quarta a domingo, das 8h às 17h, com a venda de ingressos feita somente pela internet e limite visitantes. Os acampamentos e refúgio continuam fechados e as excursões, ônibus e vans estão proibidos. O limite de tamanho para grupos é de seis pessoas.

Parque Nacional do Itatiaia e o Circuito dos Cinco Lagos

As demais ações de precaução contra o Coronavírus serão mantidas. Os visitantes e funcionários deverão usar máscara o tempo todo e manter o distanciamento de 2 metros entre cada pessoa. Também serão disponibilizados dispensadores de álcool 70% para desinfecção das mãos.

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Sobre o autor

Maruza Silvério

Maruza Silvério é jornalista formada na PUCPR de Curitiba. Apaixonada pela natureza, principalmente pela fauna e pelas montanhas. Montanhista e escaladora desde 2013, fez do morro do Anhangava seu principal local de constantes treinos e contato intenso com a natureza. Acumula experiências como o curso básico de escalada e curso de auto resgate e técnicas verticais, além de estar em constante aperfeiçoamento. Gosta principalmente de escaladas tradicionais e grandes paredes. Mantém o montanhismo e a escalada como processo terapêutico para a vida e sonha em continuar escalando pelo Brasil e mundo a fora até ficar velhinha.

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