Acordei no dia 31/12 ainda cedo para o passeio, que começava a sair às 9hs, esperei o Léo acordar e tomamos café da manhã, com a comida que tínhamos comprado no dia anterior, em uma mesa privada que ficava ao lado da barraca.
Acordei no dia 31/12 ainda cedo para o passeio, que começava a sair às 9hs, esperei o Léo acordar e tomamos café da manhã, com a comida que tínhamos comprado no dia anterior, em uma mesa privada que ficava ao lado da barraca.
Depois de uma semana inteira de dias claros e ensolarados, com o mais puro ar nas montanhas limpas, o domingo amanheceu ensolarado, mas um tênue véu de bruma seca empalidecia os altos paredões. Aquele ultravioleta que atormenta os fotógrafos da natureza. Montanhistas de diversas modalidades espalhavam-se por trilhas e paredes de granito do Parque Estadual do Marumbi.
A terceira parte da série de matérias especiais sobre os Alpes é sobre Zermatt na Suiça. Acompanhe o texto de Eduardo Prestes.
O basejumper curitibano Caco Kruger, de 37 anos acabou de realizar o primeiro salto de base jump no Marumbi, tradicional local de montanhismo no Estado. Diferente de muitas montanhas da cadeia da Serra do Mar, o Marumbi apresenta vertentes escarpadas e até negativas que possibilitam o salto. Por outro lado, o difícil acesso aos penhascos, a vegetação e outros obstáculos dificultam a prática de base jump, que é tido como o esporte mais perigoso que existe. Conversamos com Caco para saber como foi este salto e qual a possibilidade de nossas montanhas se tornar locais para pratica deste belo e arriscado esporte.
Dia 28/12 acordamos tarde tomamos um café da manhã que beirava a hora do almoço, saímos do Hotel fomos passear pela cidade. Quando chegamos a Calama pela primeira vez, vimos um Parque Público muito legal mas que, por ser noite, já estava fechado, mas hoje era o dia. Os brinquedos eram temáticos e muito interessantes, um foguete com uma escada para subir e um escorrega para descer, um vulcão com agarras para subir e uma plataforma para descer, um daqueles labirintos gigantes que faz qualquer adulto sentir vontade de ser criança nos dias de hoje, e até uns brinquedos musicais. Depois do Luca subir, descer, escorregar e fazer música das mais variadas formas, ainda haviam uns quadriciclos que a gente podia alugar para a criança andar por uma pista, ainda dentro do Parque e o Luca logo arrumou um amigo com quem apostou algumas corridas.
Métodos modernos afirmam que o Denali, montanha mais alta da América do Norte, localizada no Alaska, é mais baixa do que se imaginava.
Montanhista brasileira está a caminho da sexta montanha mais alta do mundo. Ela enviou um email ao AltaMontanha contando como está os preparativos
Assim que cheguei de Villa Alota (Uyuni/Bolívia), prometi à patroa que nossa próxima trip seria em um lugar mais quente, bem longe do frio e seco altiplano boliviano. Jurei também que assim que chegasse de Arenales (Mendoza/Argentina) iria pensar em algo como psicobloc na meca da modalidade em Mallorca, pegaria umas betas com Felipe Dallorto e curtiríamos um pouco de sol. Mas, por força do destino, Marcos Claver, amigo escalador de Belo Horizonte postou uma foto psicodélica em seu facebook e perguntou se eu já conhecia o lugar. Foi em uma breve pesquisa no google que encontrei as poucas informações do lugar e mostrei à comandante do lar. Em poucas horas tínhamos a gama de informações que precisávamos para chegar no Bosque de Pedras.
Lisete Florenzano começou sua maior aventura na vida, encarar os mais de oito mil metros do Cho Oyu, sexta montanha mais alta do mundo. Acabamos de receber um recado da montanhista e vamos reproduzir aqui pros leitores do atamontanha entrarem na torcida pra que ela obtenha sucesso na escalada! Só mais 2 dias para zarparem!
Dia 24/12 acordamos ainda de madrugada, com o Léo carregando as malas, o Luca dormindo no colo e algumas bagagens na mão, fomos pegar o ônibus que saia às 5h. A bagagem foi ajeitada em cima do ônibus e depois de muita organização saímos. Na viagem, em meio a cochilos, eu abria a cortina para ver a paisagem. Apesar de já estar a dias nos Andes, tudo ainda me impressionava muito e fui batendo fotos pelo caminho. Passamos pela Aduana Chilena e um pouco mais a frente paramos, na fronteira da Bolívia com o Chile, no meio do nada que e eu apelidei carinhosamente de Terra de ninguém.