Vou agora abordar as três regiões do chamado Pantanal Norte, nas proximidades de Cuiabá. Barão de Melgaço: Esta cidade foi…
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Fizemos a avaliação completa da linha completa de equipamentos de camping dobráveis da Sea to Summit. Conhecida como Série X,…
Vias que ligam comunidades e distritos são uma excelente opção de lazer e para conhecer melhor a região
Volto a falar sobre acidentes geográficos, desta vez abordando os modestos planaltos e planícies. Lembro novamente que evito os nomes técnicos – como crioaplanação ou epirogênese – para possível decepção dos geógrafos e alívio dos leitores.
Em colunas anteriores, falei das montanhas e dos vales. Vou agora abordar um outro conjunto de acidentes geográficos: os rios e os lagos. Repito uma advertência: geógrafos leitores vão talvez se decepcionar pela falta de palavras sonoras como rio anastomisado, limnologia ou subsidência da crosta. Desculpem, procurei tornar o texto menos técnico e mais legível.
Com a derrota diante da Bélgica, o Brasil se despediu da Copa do Mundo da FIFA na Rússia adiando o hexacampeonato. Mas, se no futebol o sexto título terá que esperar mais quatro anos, longe dos gramados o país acumula outras vitórias igualmente importantes e chama a atenção do mundo por características naturais únicas e grande biodiversidade. Conheça alguns recordes que já deram o hexa ao Brasil:
Este é o segundo e último texto acerca da Cordilheira Branca, consulte a coluna imediatamente anterior.
Serão dois artigos sobre a Cordilheira Branca no Peru. Neste, abordo assuntos mais gerais. No seguinte, falo sobre o Parque Nacional Huascarán.
Distante quase 400km de São Paulo, Lavras é um município brasileiro da região do Campo das Vertentes, sul de MG. Seu nome remonta as grandes quantidades de ouro e pedras preciosas encontradas no século 18, que impulsionaram não apenas a economia como o desenvolvimento da região. Mas não apenas isso, pois Lavras também é ponto de partida de uma longa caminhada que percorre a cumieira de campos de altitude sul mineiros e finda na badalada Carrancas. É a “Travessia Z”, cujo trajeto tem o formato da última letra do alfabeto, contabiliza quase 70kms e demanda 4 dias bem andados. Pernada de fácil navegação que não apenas se vale da emenda de cristas sucessivas, trilhos de vaca e um pequeno trecho da Estrada Real; é uma travessia que abraça boa parte dos atrativos naturebas da região, como cânions, cachus, picos pitorescos e o imperdível cenário alienígena de Sete Pedras.
Evento será nesta sexta-feira (29) no Museu do Amanhã no Rio de Janeiro.