Não são raras as ocorrências atendidas pelo Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), de pessoas perdidas da região da serra do mar.
Não são raras as ocorrências atendidas pelo Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), de pessoas perdidas da região da serra do mar.
Serpenteando sinuosamente a porção continental da Baixada Santista, o Rio Cabuçu passa desapercebido a quem costuma frequentar sua diminuta área insular. Mas não pra quem procura trilhas e uma boa cachoeira pra se refrescar num domingo de calor, sol forte e céu azul.
Verão é época de descer vales e percorrer rios onde, geralmente, o gás q move o grupo é a atração principal: uma bela cachoeira. E qdo se trata de uma queda dágua de dimensões superlativas cujas águas despencam num enorme rombo na rocha, um buraco quase circular cujo suposto único acesso é um estreito desfiladeiro de paredões q se elevam a quase 80m? Certamente o ânimo duplica. E o q dizer qdo esta cachu ainda nem nome tem, ninguém a conhece e seu acesso demanda determinação, fôlego e mta ralação? Pois é, falamos da Cachu do Buracão, uma queda espetacular situada no miolo do Vale da Morte, região privilegiada da Serra do Mar, cujo nome provisório se deve a gde semelhança com sua homônima situada em Ibicoara, na Chap. Diamantina. A diferença é q a daqui dista apenas 50km da maior metrópole do país e não deve em nada no quesito beleza a sua ilustre xará bahiana.
Berço do montanhismo paulista a cidade de São Bento do Sapucaí vai sediar nos dias 8 e 9 de Junho de 2012 a 2ª etapa do Campeonato Brasileiro de Boulder, organizada e patrocinada pela loja Adrena Esporte e Aventura.
Cânion do Veado é o pretensioso nome q recebe uma antiga (hj desativada) pedreira por conta do formato q seus altos paredões de granito fazem ao se encontrar com o relevo natural à sua volta, composto por morros de altura considerável. Desfiladeiro legitimo ou não, o fato é q o lugar além de se situar no vale q lhe empresta o nome e bem próximo da vila-presépio do Taquarussu – limite intermunicipais de Paranapiacaba e Mogi das Cruzes tb já foi outrora roteiro e destino carimbado por agencias ecoturistas e grupos escoteiros. Tb pudera, suas altas muralhas permitem a pratica de rapel de responsa e seu bucólico entorno detém generosas clareiras ao lado de borbulhantes córregos. E foi num circuitão sussa, descompromissado e q contou com cia mirim, q neste ultimo domingo fomos dar uma espiada nesse recanto pouco (ou nada) conhecido, a menos de 6km dos arredores da vila inglesa.
Pois bem, na primeira parte deste relato você leu que eu e Tácio Philip saímos de São Paulo no dia quatro de maio rumo ao Itatiaia, no primeiro dia ainda adiantamos a subida da Maromba quebrando o grande desnível em dois, bivacando na primeira noite a 1.950 metros de alitude. No segundo dia subimos a crista do Pico do Maromba, descendo pela crista oposta e, além disso, culminamos o Pico Cabeça de Leoa e o Pico Cara de Gorila, estabelecendo nosso segundo bivaque a 2.220 metros de altitude no vale que separa estas duas montanhas. Vamos seguir adiante daqui…
A última vez que fui a uma montanha e pisei em seu cume foi com o Pedro no Morro do Canal de 1.340 metros de altitude em Curitiba, em março deste ano, com só 380 metros de desnível, e foi duro pra mim em plena recuperação de pneumonia. Antes disso, dormir na montanha estava quase sendo classificada como uma memória longínqua, tendo sido esta a noite que passei bivacando na Pedra das Flores na Serra do Lopo, a 1.700 metros de altitude em novembro do ano passado! Sete meses se passaram e a nova empreitada não seria fácil.
Na edição de Abril da Revista Go Outside, o editor e colunista do AltaMontanha, Pedro Hauck, publicou um texto especial do que ele acha ter sido as 10 escaladas que mais influenciaram o montanhismo brasileiro
Aconteceu hoje, na UNIRO, no bairro da Urca, Rio de Janeiro, o segundo dia do 1º Encontro Científico sobre Uso e Conservação de Montanhas, concomitante ao 2º Encontro de Parques de Montanha, eventos que ocorrem junto à 1ª Semana Brasileira de Montanhismo.