Resultados da busca: serra do mar (1763)

Aventuras
O escorrega do Cabuçu
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Serpenteando sinuosamente a porção continental da Baixada Santista, o Rio Cabuçu passa desapercebido a quem costuma frequentar sua diminuta área insular. Mas não pra quem procura trilhas e uma boa cachoeira pra se refrescar num domingo de calor, sol forte e céu azul.

Aventuras
O “Buraco” do “Vale da Morte”
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Verão é época de descer vales e percorrer rios onde, geralmente, o gás q move o grupo é a atração principal: uma bela cachoeira. E qdo se trata de uma queda dágua de dimensões superlativas cujas águas despencam num enorme rombo na rocha, um buraco quase circular cujo suposto único acesso é um estreito desfiladeiro de paredões q se elevam a quase 80m? Certamente o ânimo duplica. E o q dizer qdo esta cachu ainda nem nome tem, ninguém a conhece e seu acesso demanda determinação, fôlego e mta ralação? Pois é, falamos da “Cachu do Buracão”, uma queda espetacular situada no miolo do “Vale da Morte”, região privilegiada da Serra do Mar, cujo nome provisório se deve a gde semelhança com sua homônima situada em Ibicoara, na Chap. Diamantina. A diferença é q a daqui dista apenas 50km da maior metrópole do país e não deve em nada no quesito beleza a sua ilustre xará bahiana.

Aventuras
O Cânion do Veado
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Cânion do Veado é o pretensioso nome q recebe uma antiga (hj desativada) pedreira por conta do formato q seus altos paredões de granito fazem ao se encontrar com o relevo natural à sua volta, composto por morros de altura considerável. Desfiladeiro legitimo ou não, o fato é q o lugar além de se situar no vale q lhe empresta o nome e bem próximo da vila-presépio do Taquarussu – limite intermunicipais de Paranapiacaba e Mogi das Cruzes – tb já foi outrora roteiro e destino carimbado por agencias ecoturistas e grupos escoteiros. Tb pudera, suas altas muralhas permitem a pratica de rapel de responsa e seu bucólico entorno detém generosas clareiras ao lado de borbulhantes córregos. E foi num circuitão sussa, descompromissado e q contou com cia mirim, q neste ultimo domingo fomos dar uma espiada nesse recanto pouco (ou nada) conhecido, a menos de 6km dos arredores da vila inglesa.

Colunistas
Segunda parte da retomada da exploração do PNI
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Pois bem, na primeira parte deste relato você leu que eu e Tácio Philip saímos de São Paulo no dia quatro de maio rumo ao Itatiaia, no primeiro dia ainda adiantamos a subida da Maromba quebrando o grande desnível em dois, bivacando na primeira noite a 1.950 metros de alitude. No segundo dia subimos a crista do Pico do Maromba, descendo pela crista oposta e, além disso, culminamos o Pico Cabeça de Leoa e o Pico Cara de Gorila, estabelecendo nosso segundo bivaque a 2.220 metros de altitude no vale que separa estas duas montanhas. Vamos seguir adiante daqui…

Colunistas
Retomando a exploração do PNI – pt 1
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A última vez que fui a uma montanha e pisei em seu cume foi com o Pedro no Morro do Canal de 1.340 metros de altitude em Curitiba, em março deste ano, com só 380 metros de desnível, e foi duro pra mim em plena recuperação de pneumonia. Antes disso, dormir na montanha estava quase sendo classificada como uma memória longínqua, tendo sido esta a noite que passei bivacando na Pedra das Flores na Serra do Lopo, a 1.700 metros de altitude em novembro do ano passado! Sete meses se passaram e a nova empreitada não seria fácil.

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