Resultados da busca: serra do mar (1763)

Aventuras
Um Dia Qualquer na Serra
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A idéia era descobrir uma picada q me foi soprada a um tempo e emendar algum outro programa junto pra tornar o feriado produtivo. A “Trilha dos Grampos” era uma vereda q apenas ouvira comentar de leve, mas agora com alguma info mais concreta decidi tentar encontrá-la. Ah, sim. A picada em questão supostamente interligaria o asfalto (q ruma sentido Paranapiacaba) diretamente à Cachu dos Grampos, situada no Rio Vermelho, sem necessidade de percorrer td leito pedregoso (como costumo fazer) deste sinuoso e simpático regato, localizado na borda de planalto da Serra do Meio. Por se tratar de uma busca até relativamente breve e simples, decidi estica-la indo até o Poção da Garganta, pra depois subir o rio até a Cachu dos Grampos e então retornar pela suposta misteriosa picada.

Aventuras
Pico do Jaraguá, Dez Anos Depois
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Visível da janela da minha casa – situada no alto de uma colina na zona oeste da capital paulistana – o Pico do Jaraguá destoa da horizontalidade da metrópole elevando-se elegantemente sob a forma de um pequeno serrote q recorta o horizonte com seus dois picos apontando pro céu, no extremo oeste da cidade. De altitude acanhada (1135m) se comparada a outros points e dificuldade zero de acesso ao cume, o Pico do Jaraguá é bate-volta clássico de “iniciação à aventura” na “montanha” mais próxima q os paulistanos tem à disposição, inclusive deste q vos escreve aqui. Após “séculos” de ausência no local, aproveitei um dia claro pra lá retornar e constatar poucas novidades, mas tb avaliar novas possibilidades de pernadas pouco ortodoxas pela região. Independente disso, o Pico do Jaraguá continua sendo não apenas mais um cartão-postal da metrópole, mas tb o pto mais alto da cidade de São Paulo.

Aventuras
O Piscinão do Rio Quilombo
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Perdi a conta das investidas q já fiz ao Rio Quilombo, respeitável curso dágua q serpenteia o vale homônimo em seu sinuoso curso rumo à baixada santista, nos arredores de Paranapiacaba. Apesar de já palmilhar seu leito pedregoso de cabo a rabo – desde suas nascentes no alto da serra até o Poço das Moças – sempre passei batido por um dos seus maiores atrativos, um tal de “Piscinão”, próximo de um antigo acampamento palmiteiro conhecido como “Rancho 71”. Com tempo de sobra e ainda me recompondo fisicamente dos festejos de fim de ano (entenda-se “ressaca”), essa foi a deixa prum bate-volta descompromissado afim de sanar essa desfeita, desfrutar calmamente o lugar e entender o motivo deste ser um dos locais preferidos de quem se dispõe a sair da vila inglesa numa árdua caminhada de 8hrs cheias e vencer um desnível de quase 300m em meio a uma verdejante Serra do Mar ainda pouco visitada.

Aventuras
A Garganta do Diabo – 02
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O pessoal era de uma agencia, a “DesafioAdventures”, q havia rapelado o cânion após pernoitar com clientes no alto do paredão direito. Pernoitado, como assim? Pois é, qdo estive a ultima vez ali (coisa de 3 anos atrás) não recordo de ter visto nenhum local decente de pernoite a não ser o tradicional “bivake em rede”, e isso despertou meu interesse pois vem a calhar no caso de explorações mais demoradas pela região. Bom saber disso ai.

Aventuras
A Garganta do Diabo
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Os rios q serpenteiam os contrafortes serranos dos arredores de Paranapiacaba oferecem gdes atrativos q se traduzem seja na forma de respeitáveis cachus e poços translúcidos como tb outro gde tipo de acidente geológico q dá um espetáculo a parte: imponentes cânions q, independente da forma e tamanho, emparedam td ao seu redor por meio de grandiosas muralhas rochosas verticais. Destes, o mais conhecido é o q atende pelo sugestivo nome de “Garganta do Diabo”, magnífico desfiladeiro de rocha pura formado pelas águas inquietas do Rio da Onça em seu acidentado trajeto serra abaixo antes de desembocar mansamente no Rio Mogi.

Aventuras
Compras na 25 de Março: Pernada Urbana Nervosa
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O calor abafado é infernal. Não se anda além de poucos metros. Os obstáculos são inúmeros e nauseantes. O sol do meio-dia é desgastante e cozinha os miolos sem piedade. O barulho inunda os ouvidos numa cacofonica inimaginável. E não se trata de nenhuma megatravessia não. É apenas mais um dia normal perambulando pela famosa Rua 25 de Março, fazendo compras em pleno sabadão na véspera do Natal. Ao lado da “Corrida de São Silvestre”, da subida ao “Relógio da USP” e da “Parada Gay”, este é mais um relato pitoresco q faz parte da série de “caminhadas urbanas” cujo perrengue intrínseco não deve em nada às “Serra Finas da vida” ou qq outra pernada selvagem pela Serra do Mar.

Aventuras
Morro do Careca: O Guardião do “Vale da Morte”
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Visível do alto da Cachu da Fumaça mas principalmente da Cachu dos Grampos, o Morro Careca – sim, homônimo daquele da Mantiqueira, e q antecede o Marins – reina soberano da paisagem erguendo-se majestosamente como um sentinela de pura rocha na entrada do “Vale da Morte”, aqui na Serra do Mar paulista. Situado na divisa Rio Gde da Serra e Sto André, o topo deste enorme maciço de granito é alcançado mediante curta, árdua e penosa subida. Ou talvez não. Mas o esforço vale a pena, uma vez q do alto do seu gde, espaçoso e descampado cume se tem a melhor panorâmica da região: não bastasse uma geral da baixada santista e do Vale do Rio Mogi, temos uma vista espetacular de todas as gdes quedas q despencam neste setor privilegiado da Serra do Meio.

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