Mostrando: Aventuras

Aventuras
Conhecendo Intervales
Por

Situado entre os vales dos rios Paranapanema e Ribeira do Iguape, o Parque Estadual Intervales reserva mais do que a biodiversidade da Mata Atlântica, sítios históricos e cavernas a seus visitantes. Assim como outras unidades de conservação vizinhas, o Intervales possui caminhos pra andarilho nenhum botar defeito, que levam tanto a ptos culminantes cênicos como a belas cascatas escondidas na mata. E foi num breve rolê com acampamento de fds que pudemos palmilhar algumas das trilhas oficiais (e outras nem tanto) pra constatar que apenas nem arranhamos a superfície desta outrora fazenda cujo tamanho atual equivale a “Quatro Itatiaias”! Contudo, é uma unidade de conservação q precisa ser descoberta na marra pelo excursionismo independente, pois sua frequência é exclusivamente composta por gringos e grupos escolares. Motivo? A exigência de guia até pra programas simples e prosaicos.

Aventuras
As Curvas da Tartaruga
Por

A Pedra da Tartaruga é uma formação rochosa localizada nas áreas do Parque Municipal Montanhas de Teresópolis no Estado do Rio de Janeiro. A região é coberta pela Mata Atlântica e apresenta uma vasta biodiversidade. O acesso ao parque é bem sinalizado e a trilha é moderada. Na cabeça da tartaruga é possível a prática do rapel e ainda existe uma área destinada ao camping que possuiu uma visão privilegiada da Pedra do Camelo, Mulher de Pedra e os Três Picos.

Aventuras
O Vale dos Borrachudos
Por

Por estar a mais de 60 km distante de Santos e fazer divisa com Bertioga, o Caruara é desconhecido para muitos santistas. Mas esse pacato bairro da Área Continental de Santos – q nasceu do loteamento duma antiga fazenda de banana – guarda grandes surpresas situadas ao sopé da Serra do Mar. O “Vale dos Borrachudos” é um deles, q foi nosso destino dum domingão de pouco mais de meio período, palmilhados nos altos e baixos desta serra. De nome informal q abraça não apenas a bacia do Ribeirão Caiubura como seus vários afluentes, este vale esconde belos remansos e uma belíssima cachoeira. Não bastasse, suas encostas são rasgadas por antigas veredas de manutenção das torres da Codesp, q por sua vez levam ao Mirante do Caeté, q descortina um novo olhar sobre a cidade de Santos, do Canal de Bertioga e da própria Serra do Mar.

Aventuras
O Morro do Gato Preto
Por

No ano de 1914 foi construída a “EF Perus-Pirapora” com o intuito de escoar o cal q traria o desenvolvimento a td estado de São Paulo. Naquele ano, a estação Gato Preto, situada hj as margens da Rod. Anhangüera, era cenário de puro progresso sendo um dos vilarejos q prosperavam no extremo dessa ferrovia. Pois bem, a idéia era apenas subir o modesto serrote q serve de sentinela ao q restou desta outrora impostíssima estação ferroviária, q não deve em nada no quesito valor histórico à sua vizinha mais charmosa, Paranapiacaba. Contudo, esta breve e despretensiosa pernada de meio-dia não só alcançou o belo visu descortinado pelo morrote, informalmente chamado de Gato Preto. Constatou tb a melancólica ausência do poder público perante um patrimônio inestimável, cujo abandono simplesmente soterrou parte da valiosa história do Estado.

Aventuras
Travessia Caetê – Jaguareguava
Por

Quem trafega pela Rod. Rio-Santos mal sabe q na altura da Faz. Cabuçu nasce uma grandiosa travessia q rasga boa parte das escarpas montanhosas da área continental de Santos. Uma pernada pauleira q não apenas contempla a Cachu do Caetê, como tb sobe o vale homônimo até ganhar os 850m do alto da serra. Dali, ignorando afluentes do Jurubatuba e o “Panelão”, essa árdua jornada cai pro outro contraforte serrano, q geograficamente corresponde ao acidentado Vale do Rio Jaguareguava q, em tupi significa “onde a onça bebe água”. Contudo, antes de findar tortuosos 20kms em Bertioga, esta caminhada passa pela deslumbrante Cachu da Onça, cereja do bolo desta legítima rota selvagem. Esse rolê q atende pelo nome de “Travessia Caetê – Jaguareguava”, é o mote deste relato de mais uma aventurinha de dois dias intensos pela belíssima Serra do Mar paulistana.

Aventuras
O Silêncio Das Almas
Por

As Torres de Bonsucesso ficam localizadas no Parque Estadual dos Três Picos entre Teresópolis e Friburgo, cidades serranas do Rio de Janeiro. As montanhas são formações rochosas compostas por fendas e por três grandes torres de granito nomeadas como: Torre Maior, Torre Central e Ferro de Passar Roupa.

Aventuras
Cachoeiras do Chá e Alecrim em Tapiraí
Por

Localizada a cerca de 130km de São Paulo, entre Sorocaba e Juquiá, a pacata Tapiraí oferece aos visitantes um misto de tranqüilidade e aventura em meio aos encantos da Mata Atlântica. Encravada nos contrafortes da Serra do Mar e de toponímia tupi q significa “rio das antas”, Tapiraí é generosa no quesito hidrográfico e, consequentemente, repleta de cachus pouco conhecidas. E foi num tranquilo bate-volta q conferimos um tiquim do q esta cidadezinha tem a oferecer, sob a forma das aprazíveis cachus do Alecrim e do Chá, seu principal cartão-postal. Como bônus, a visita duma antiga comunidade quilombola estacionada no tempo, a do Ribeirão da Anta, q luta pra proteger suas tradições da ameaça imposta por grileiros ilegais. Um embate triste e desigual q inclui até cenas dignas de faroeste e gangsterismo.

Aventuras
Cachu do sertão do Cacau
Por

Situadas aproximadamente a 160km da capital, as praias de Cambury e Camburizinho formam um dos conjuntos de praias mais famosos do litoral norte de SP. Contudo, na direção oposta à muvuca movimentada das areias douradas há o verde exuberante dos sertões do Cambury, verdadeiras áreas rurais em plena Mata Atlântica cortadas por rios cristalinos com poços e cachus. Destes sertões, o do Cacau se destaca por ter uma das mais belas quedas deste pé de serra. Programa relativamente fácil pra quem tem alguma intimidade com mato, emendamos a este rolê sussa uma visita a Praia do Santiago e a Cachu do Toque-Toque, quase ao lado. Este é mais um bate-volta sussa e refrescante, ideal pra fugir do calor sufocante q se debruça sobre a maior cidade da América Latina.

Aventuras
O novo picadão do Geraldo
Por

Basta a gente se ausentar dos lugares por algum tempo q qdo se retorna imediatamente as mudanças se percebem. Boas ou não. Foi assim recentemente em Paranapiacaba e agora tb, no sertãozinho de Biritiba-Mirim, qdo retornei ano após minha última visita. Sob pretexto dum mergulho refrescante na Represa Andes, aproveitei pra verificar as condições atuais do “Picadão do Geraldo”, antiga via extrativista q homenageia seu mais folclórico residente e q hoje tornou-se espinha dorsal de trocentos atrativos locais, como Pico do Gavião e Itapanhaú, Cachus Light, Água Fina e Lagarta, entre tantos outros. E foi nesse rolê despretensioso q constatei algumas alterações significativas. Isto numa das poucas regiões ao mesmo tempo selvagens e próximas a urbe, onde o Ibama recentemente soltou uma trinca de pintadas.

Aventuras
Conhecendo a Serra dos Cocais
Por

Situada entre os municípios de Itatiba, Valinhos e Vinhedo, a Serra dos Cocais está mais para um “mar de morros” q uma escarpa serrana propriamente dita. De nome q homenageia a palmeira jerivá, esta serra tem como principal característica a presença de inúmeros blocos graníticos aflorando sua superfície, os chamados “matacões”. Alterada e ameaçada pela pressão urbana, a Serra dos Cocais ainda tem setores onde a paisagem se mantém incólume e cuja beleza agreste remete muito à da caatinga nordestina. E foi num breve bate-volta pela região q alternou pernada por campinas varridas pelo vento, explorações por grutas escuras e escalaminhada em promissores “boulderes”, q ficou mais q provado q esta região tem a obrigação de se tornar uma APA, pra assim preservar tanto sua beleza cênica qto sua importância geológica.

1 20 21 22 23 24 76