Caminhada longa, lances de rapel, cabo de aço e trepa-pedra… Uma aventura que lembra outros tempos
Caminhada longa, lances de rapel, cabo de aço e trepa-pedra… Uma aventura que lembra outros tempos
A Pedra do Sino é um dos principais atrativos do PN da Serra dos Órgãos. Ele foi criado um pouco depois de Itatiaia e de Iguaçu, os dois primeiros do Brasil. Dizem que este nome foi dado pelos colonizadores portugueses, que viam no perfil das suas montanhas semelhanças com os órgãos musicais da Europa, uma explicação meio estranha.
A Copa do mundo da Rússia acaba de começar e enquanto todos acompanham na telinha os jogos, nós que somos da escalada só pensamos em montanha. A título de curiosidade fomos pesquisar quais são as montanhas mais altas de cada país que participa do mundial. Vamos conferir:
A serra catarinense ainda é pouco conhecida e bastante preservada, com cânions deslumbrantes, campos de altitude de vistas longínquas e lindas cachoeiras. Experimente visitá-la e, se tiver tempo, fazer alguma travessia mais longa. É uma natureza delicada e diversa, que alia panoramas monumentais a detalhes pitorescos.
Cascata é um pacato bairro rural que nasceu á margem da estação ferroviária homônima durante a expansão da E.F. Mogiana até Poços de Caldas. Situado na divisa de SP com MG, é deste lugar que parte (ou termina, como preferir) uma simpática caminhada por trilhos até Águas de Prata, 20kms ao sul. Um ferrotrekking com baixo desnível mas bastante cênico, pois bordeja as íngremes encostas da Serra do Monte Belo e da Serra do Paiol. Uma pernada bem tranquila de três dias que esticou ás quedas do Morro do Serrote, ás vistas deslumbrantes do Alto da Divisa e aos banhos refrescantes dos vales situados a margem desta histórica ferrovia.
O mais recente parque natural do Rio de Janeiro chama-se Cunhambebe, em homenagem ao cacique tupinambá do período colonial. Ele celebrou com os jesuítas um tratado de paz que desarmou os índios e permitiu aos portugueses dizimá-los.
Este é o segundo artigo sobre o Cerro Plata na Argentina. Se interessá-lo, consulte a coluna anterior para mais informações.
Vou dividir o artigo sobre o Cerro Plata em dois: primeiro, abordarei aspectos mais gerais e, depois, falarei de sua trilha.
Acabo de comentar sobre o conceito de montanha, que não é assim tão simples e evidente. Escrevo agora sobre outro acidente geográfico: os vales. Se algum leitor for um competente geógrafo, talvez se decepcione pela ausência de belos termos como vale endorreico, fator antrópico ou geomorfologia. Como não sou nem geógrafo nem competente, procurei simplificar o texto para torná-lo legível.
A quase dez anos atrás tive o privilégio de conhecer o “Peá”, nome carinhoso pelo qual é conhecido o Pico Agudo (P.A), imponente elevação repleta de lendas situada nos arredores de Sapopema (PR). Naquela época o lugar era desconhecido e reduto exclusivo de trilheiros locais, onde alcançar o alto dos seus 1200m representava uma aventura que demandava logística e determinação devido a ausência de caminho oficial pro topo. Uma década se passou e muito mudou, já que o pico se tornou atrativo turístico de Sapopema. Por conta disso decidi revisitar o lugar afim de avaliar mudanças, boas e ruins, num relato que escancara os contrastes de dois tempos desta bela montanha que, a despeito de tudo isso, ainda nos brinda com uma das vistas mais lindas do Norte Pioneiro.