Palco perfeito para esportes de montanha, Petrópolis, na região serrana fluminense, sediará pelo sétimo ano a WTR Serra do Mar.…
Palco perfeito para esportes de montanha, Petrópolis, na região serrana fluminense, sediará pelo sétimo ano a WTR Serra do Mar.…
Travessia organizada pela Talita, no esquema clássico de rateio de despesas com roteiro livre. Do jeito que me agrada. Entre…
Todas as agências de expedição estão encerrando os trabalhos e as escaladas na temporada 2024 no Everest. O Comitê de…
A comunidade do Vão do Moleque, na Chapada dos Veadeiros, faz parte do território quilombola Kalunga e abriga inúmeras montanhas…
Em março de 2015 publiquei minha primeira coluna no Alta Montanha. Neste março passado, sete anos depois, terminei uma série…
“Idealizada na década de 60 pelo lendário montanhista paranaense Vitamina (Henrique Schmidlin), mas conquistada somente nos idos de 90 pelo…
Ele já foi chamado de “Farol dos Bandeirantes” por orientar viajantes e tropeiros nos arredores de Ouro Preto, uma vez que a inconfundível pedra em forma de dedo que coroa seu escarpado cume é o grande destaque visível da histórica cidade mineira. É o Pico do Itacolomi, que atualmente já não atrai antigos desbravadores atrás de ouro e sim caminhantes em busca das largas vistas que seu topo de 1772m proporciona. Seu cume é acessível de duas formas: pela enfadonha trilha oficial que, bem sinalizada mas sem pontos de água, parte da portaria do Parque Estadual no qual o pico está inserido; ou por uma vereda alternativa que nasce a noroeste, a margem da Rodovia dos Inconfidentes (BR-356), que é o tema deste relato. Mais rústica e acidentada, esta rota de 7kms passeia por uma diversidade cênica impressionante e possui atrativos como a “Cidade de Pedra”, a “Capelinha” e é farta no precioso líquido, com direito a refrescantes banhos nas cabeceiras do córrego Belchior.
A Alpha Crucis é uma união de três Serras que percorre os cumes dos três principais blocos montanhosos da Serra…
O mais recente parque natural do Rio de Janeiro chama-se Cunhambebe, em homenagem ao cacique tupinambá do período colonial. Ele celebrou com os jesuítas um tratado de paz que desarmou os índios e permitiu aos portugueses dizimá-los.