Resultados da busca: serra do mar (1763)

Aventuras
Projeto 6×6
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O objetivo do Projeto 6×6 foi, como o próprio nome sugere, escalar seis montanhas com mais de seis mil metros de altitude em 11 dias, na região da Puna do Atacama, entre o nordeste do Chile e noroeste da Argentina.

Colunistas
O Morro da Aparecidinha
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Situado entre Araçariguama e a Serra do Japi, o Morro da Aparecidinha é uma elevação imponente que leva este nome por ter o pacato bairro rural de Aparecidinha a seus pés. Também chamado de Morro das Torres por fazer a interligação deste bairro com a Estrada dos Romeiros, os quase mil metros do cume desta simpática colina são facilmente acessados por antiga e rústica trilha que palmilha toda sua crista, e contempla uma vista panorâmica de todo município e região. Eis aqui um rolê que fez todo esse trajeto numa puxada pernada de mais de 25km que começou em Pirapora do Bom Jesus e terminou em Araçariguama.

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Illimani
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Muito tempo atrás, escrevi sobre o Cerro Condoriri na Cordilheira Real no centro da Bolívia e sobre a Cordilheira de Apolobamba no sul. Embora o Sajama seja seu ponto culminante, é o Illimani a montanha mais conhecida do país. E por boas razões, como você saberá neste artigo.

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O Morro da Bandeira da Revolução de 32
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Nas cartas ele figura como Morro do Sobradinho e topograficamente é o ponto mais alto da Serra da Prata, elegante morraria situada entre Águas da Prata e Poços de Caldas, na divisa SP/MG. Mas pela sua importância histórica essa elevação é mais conhecida como Morro da Bandeira da Revolução de 32, pois dizem lá ter sido palco dos confrontos que visaram separar São Paulo do resto do país. Independente de nomenclatura, a linda vista dos 1435m do seu cume é acessível de várias formas e eu escolhi a mais refrescante: subindo pelo estreito vale dum afluente encachoeirado do Córrego do Quartel. Este é o relato desse rolê de dois dias e 25kms bem andados que não deve nada as tradicionais aventuras da Serra do Mar, conciliando tchibum no fundo de vales e largos visus no alto de montanhas.

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Uma pernada, quatro pedras: Travessia Elefante – Estudantes
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Situada a 980m de altitude, a “Pedra do Elefante” é o ponto turístico mais alto de Ribeirão Pires (SP), com vista panorâmica de boa parte do município. Contudo, o serrote que abriga este atrativo é repleto de outros monolitos ao largo dos seus quase 6km de extensão. E mais, existem outros tantos que coroam os morros que se erguem pelo quadrante norte. Disso nasceu a idéia do rolê praquele sabadão de inicio de junho, embalado num céu claro de outono: uma travessia pela cumieira de boa parte desses pequenos serrotes passando por suas quatro pedras mais significativas, a “dos Estudantes”, a “do Jacu”, a “Rachada” e a “dos Estudantes”. Uma simpática caminhada de 15kms e quase 400m de desnível somados que, emendando diversas veredas, começou em Ribeirão Pires e findou nos cafundós de Suzano.

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Travessia das Praias Desertas de Guaratiba
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Detentor de generosa faixa litorânea, o Rio de Janeiro tem sua fama associada a suas belas praias urbanas. Mas o Rio guarda ainda 5 praias selvagens desertas, acessíveis por árduas trilhas que bordejam encostas rochosas e morros cobertos de Mata Atlântica. Não, não é a Ponta da Joatinga e sim a outro pequeno paraíso situado 60kms á oeste da capital carioca. Sendo assim, empreendi uma bonita travessia de dois dias que começou na Barra de Guaratiba e findou em Grumari, passando pelas praias do Perigoso, Búzios, Meio, Funda e Inferno. Como bônus emendei a árdua subida ao alto da Pedra do Telégrafo e pernoite na Pedra da Tartaruga. Um rolê de menos de 15km que corresponde ao comecinho da recém-inaugurada “Trilha Transcarioca”.

Notícias
Livro Dharma tem nova edição lançada em 2017
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Logo depois do terremoto que destruiu grande parte da Índia e do Nepal em 2015, Karina Oliani (médica, produtora e apresentadora de TV, e atleta) e Andrei Polessi (diretor de arte e fotógrafo) resolveram se unir em torno de uma ideia simples: publicar um livro de fotos destes dois países, onde todo o lucro seria revertido para construção de uma escola no Nepal. Selecionaram então imagens que fizeram durante viagens entre 2007 a 2013 e, através de um site de financiamento coletivo, levantaram recursos para o livro Dharma, lançado em dezembro de 2015.

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