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Aventuras
Circuito pela Pedra do Baú
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Decididamente este é o ano das &ldquo,desforras&ldquo,, de &ldquo,passar a limpo&ldquo, e de &ldquo,terminar serviços&ldquo,. Minha última (e única) incursão ao &ldquo,Complexo do Baú&ldquo, – tradicional conjunto rochoso localizado em São Bento do Sapucaí – fora uma travessia perpendicular à pedra principal realizada anos atrás às pressas, q apesar de ser um circuito intenso, interessante e com pernoite em cume deixara de lado a Ana Chata e Bauzinho, locais q sempre aguardei nova chance de conhecer com mais calma. Mas eis q de ultima hora surge a oportunidade de realizar num agradável fds a mais tranqüila e tradicional pernada da região, q inclui tds as imponentes pedras do complexo e nos brinda com o q a região serrana na divisa e São Paulo e Minas tem de melhor, neste local q tb é a Meca dos escaladores do pais.

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Andatrilhos na Mogi-Guararema
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Tendo o final de semana abreviado por motivos diversos, não restou opção senão de meter as caras nalguma trip diferenciada q não demandasse logística complicada nem tampouco perrengue ou desgaste físico em demasia. Noutras, um bate-volta tranquilo. Fuça aqui e ali, acabei embarcando na dica q uma amiga minha, a Milena, soprara no meu ouvido já há um tempo, a Travessia Mogi-Guararema. Esta, por sua vez, nada mais é q uma caminhada de 22km pela Estrada de Ferro Central do Brasil acompanhando o trecho q une estas duas localidades, esta última às margens do Rio Paraíba do Sul.

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Possíveis cumes
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O clima rigoroso do extremo sul da Patagônia transforma suas montanhas nevadas e agulhas imponentes, nos locais de escaladas mais difíceis de serem concretizadas. Isso para quem um dia ousar em algum cume pisar.

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A Ferradura do Garrafão
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Foram inúmeras ocasiões em q percorri a região q hj abrange o Pq. Est. Serra do Papagaio (municípios de Alagoa e Itamonte, sul de MG) nas suas mais diversas direções, mas por incrível q pareça nunca cheguei próximo de seu pto culminante, o Pico do Garrafão. Minto, pois algumas vezes passei por suas íngremes e elevadas encostas, mas não lembro pq cargas d´água jamais pisei no alto dos 2.350m de seu largo e amplo cume. Pra sanar esta desfeita, aproveitei o inicio de temporada montanhista pra ter um circuito q palmilhasse esse imponente maciço, tb conhecido como Pico de Sto Agostinho do Pouso Alto, por se situar na serra do mesmo nome. Assim, ganhamos o pto máximo desta região pela sua trilha tradicional e descemos por uma vertente à nordeste, via Serra dos Coelhos. Um programa sussa de fds em forma de “ferradura“ q totaliza 20km nesta região tb conhecida por “Terras Altas da Mantiqueira“.

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Da Piaçangüera até Paranapiacaba
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Numa saudosa primavera de 1997 realizei uma pernada q deixou muitas saudades assim como tb algumas dores musculares, a Paranapiacaba-Piaçangüera, via Vale do Quilombo. De desnível respeitável (1000m!!) e passando por locais tão bucólicos qto impressionantes como o Mirante, a Pedra Lisa e o Poço das Moças, era minha iniciação em caminhadas serranas nos contrafortes da tradicional vila inglesa.

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“Tropa de Elite” no Cabeça de Nego
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Quem desce pela tradicional “Trilha do Itapanhaú“ (ou “Mogi-Bertioga“), não pode deixar de reparar no Cabeça de Nego, o imponente morro em formato de baú q se eleva atrás da casa do Seu Nelson, o tiozinho q costuma atravessar andarilhos de bote sobre o Rio Itapanhaú. De altura acanhada (550m) se comparada a outros maciços da região, este morro tem varias particularidades q o tornam bem interessante montanhisticamente falando: é desgarrado do paredão principal da Serra do Mar, o q o torna uma “ilha“ isolada na baixada, é equivocadamente confundido com o cone rochoso do Morro do Tenente, sua montanha vizinha ao norte, e tem fama de selvagem, inóspito e “inatingível“ , tanto q o simpático Seu Nelson tem conhecimento apenas de um grupo do G.O.E ter alcançado seu cume.

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“Tropa de Elite”no Cabeça de Nego – Final
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Após coletar infos avulsas com Seu Nelson, Dom e Nando acertaram seus gps´s, e buscamos entrar num acordo de qual seria a melhor estratégia (rota) pra alcançar o morro. Chegamos num consenso de q isso só seria possível pela esquerda, avaliando as infos e pelas curvas de nível mostradas pela carta topográfica. Pronto, era chegada a hora, e assim deixamos a casa pela esquerda, a quase exatas 8hrs e 20m de altitude, passando por um bando de “saíras“ – pequenos e belos passarinhos de cor verde – beliscando carambolas deixadas por Seu Nelson. Entramos num caminho em meio a um bananal q foi sumindo aos poucos. Antes, porem já estudávamos alguma entrada na mata à direita, já pra ir na direção do sopé do morro. Deixamos assim a trilha mergulhando de vez na mata onde o caminhar era tranqüilo e sem maiores obstáculos. Após cruzar um desbarrancado e bordejar um riachinho pela esquerda, caímos num pequeno descampado pra nos enfiar novamente na mata fechada, passar por mais bananeiras e ter de desviar de um espesso e enorme bambuzal pela direita, onde finalmente tivemos q cruzar o corregozinho q acompanhávamos.

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