Estou no quarto dia de trekking ao campo base do Everest guiando meu quadragésimo quarto grupo, desta vez um grupo grande, 24 pessoas que estão nos dando o prazer de acompanhar-nos para nossa escalada ao Everest.
Estou no quarto dia de trekking ao campo base do Everest guiando meu quadragésimo quarto grupo, desta vez um grupo grande, 24 pessoas que estão nos dando o prazer de acompanhar-nos para nossa escalada ao Everest.
A história do Paraná se inicia por misteriosos caminhos na selva que ainda desafiam a imaginação.
Introdução extraída do livro Caminhos Coloniais da Serra do Mar editado pela Natugraf em 2006, autoria de Julio Cesar Fiori, José Paulo Fagnani e José Carlos Penna Wageck.
Muito tem se debatido acerca das proibições ao montanhismo. Regularmente, ao falarmos desse tema, pensamos nas montanhas que têm seus acessos restritos por órgãos ambientais ou por proprietários de áreas que cercam e delimitam suas posses. Mas o que quero abordar nessa coluna é a proibição que nós mesmos causamos ao nosso esporte, sob a ótica dos mais diversos motivos.
Começo a segunda parte com um vídeo que fiz no dia antes de subir pro cume, ficou uma mensagem no ar! Quando se esta absolutamente sozinho em uma montanha enorme, com fome, sede, você tem que ocupar seu tempo. De vez em quando sai uma pérola dessas ahahahah…
A Serra dos Cocais, no interior do São Paulo, é onde ficam os famosos boulders de Valinhos. Muito mais do que só as aspirações esportivas dos escaladores, o local é um importante fragmento de natureza encravado no meio da região metropolitana de Campinas. Apesar da grande beleza cênica e ecológica, ela está sendo ameaçada. Há um projeto de lei esperando ser votado na Assembléia legislativa que a transformará numa APA (Área de Proteção Ambiental). Enquanto a proteção por forma lei não chega, venho aqui contribuir com razões científicas para que este importante local seja preservado. Está na hora de conscientizar os frequentadores da Serra de sua importância e seu significado ecológico.
Ao partir para esta montanha, originalmente, a idéia era culminar o San Pedro e o San Pablo em apenas cinco dias (um pra ir, um pra voltar, 3 pra escalar). Mas chegando lé e depois de tanto tempo na estrada o ocorrido fica meio diferente do planejado, normal.
Em primeiro lugar peço perdão pela ausência de noticias por tempo tão longo. Esses últimos meses desde que desci com sucesso do cume do Cho Oyu (8201 metros), a sexta mais alta montanha da Terra, foram muito corridos.
Carmeliano sentiu-se mais confiante ao contemplar os grandes desfiladeiros que alinhados à sua frente, dividiam um a um os picos deste conjunto. Aliviado pela escolha certa desta rota, levou o grupo para mais alto, atingindo algumas horas depois o grande campo arredondado do Boa Vista. O coração batia forte, olhando para o leste, lá estava ele, o mais alto de todos, à sua espera, desafiador (extraído do livro: As Montanhas do Marumby de Penteado, 2008).
Por quatro anos, eu venho dizendo para a Andrea como os lugares que revisito e que ela está conhecendo pela primeira vez estão piores do que quando eu vi anos atrás.
Dizem que depois da tormenta vem a calmaria, e depois de um período em que a escalada aqui no Ceará tava quase perto da morte, com poucos praticantes, a Associação de escalada às moscas, e sem nenhum espaço pra treino que atendesse a todos, parece que as coisas vão mudar por aqui.